quinta-feira, 3 de abril de 2014

Dispositivo Intra-Uterino (DIU)


Imagem retirada do Google


Os dispositivos intra-uterinos são artefatos de polietileno, com ou sem adição de substâncias metálicas ou hormonais, que exercem efeito anticonceptivo quando colocados dentro da cavidade uterina.
Os DIUs podem ser classificados basicamente em categorias:
DIUs não medicados (ou inertes) - não contêm ou liberam substâncias ativas: são unicamente constituídos de polietileno.
DIUs medicados (ou ativos) - além de matriz de polietileno, contêm substâncias (metais (Cu) ou hormônios) que exercem ação bioquímica local, aumentando a eficácia anticonceptiva. Dos DIUs medicados, os mais utilizados são os que contêm cobre ou progesterona.



Mecanismo de Ação


De acordo com o Relatório Técnico da Organização Mundial da Saúde (1987), o DIU exerce seu efeito anti-fertilidade de forma variada e pode interferir no processo reprodutivo antes mesmo do óvulo atingir a cavidade uterina.



O DIU atua sobre os óvulos e espermatozóides de várias maneiras:



1 - Estimula reação inflamatória pronunciada no útero, por ser um corpo estranho. A concentração de diversos tipos de leucócitos, prostaglandinas e enzimas nos fluídos uterino e tubários aumentam consideravelmente, especialmente nos DIUs com cobre.



2 - As alterações bioquímicas interferem no transporte dos espermatozóides no aparelho genital, bem como alteram os espermatozóides e óvulos impedindo a fecundação.



Por esses mecanismos, o acúmulo de evidências que permitem afirmar que um complexo e variado conjunto de alterações espermáticas, ovulares, cervicais, endometriais e tubárias causam a inibição da fertilização.



Critérios de Elegibilidade desenvolvidos pela Organização Mundial de Saúde (WHO, 1996 - Categoria 4) Ver critérios de elegibilidade


· Neoplasias malignas do colo ou corpo uterino
· Sangramento uterino de causa desconhecida
· Suspeita de Gravidez
· Doença inflamatória pélvica ativa
· Mal formação uterina congênita
· Coagulopatias
· Cervicite Aguda
· Risco de doenças sexualmente transmissíveis
· História de doença inflamatória pélvica desde a última gravidez



Eficácia


Em geral, os DIUs de cobre são mais eficazes e produzem menos efeitos colaterais que os não medicados. As taxas de gravidez oscilam entre 0,5 - 0,7 por 100 mulheres/ano, são mais baixas que as taxas obtidas com anticoncepcionais hormonais combinados orais e comparáveis aos injetáveis.



Vantagens


· É um método de longa duração
· É muito eficaz



Desvantagens


· Pode provocar sangramento menstrual prolongado
· Podem ocorrer cólicas ou dor durante o sangramento



Momento da Inserção


O momento habitual da inserção é durante ou logo após a menstruação (preferencialmente até o 5º dia do ciclo), porque estando o canal cervical mais dilatado a aplicação do DIU é mais fácil e menos dolorosa, além de evitar a colocação em uma mulher com gestação inicial. No entanto, o DIU pode ser inserido em qualquer época, desde que se assegure que ela não está grávida. No pós parto é recomendável a inserção a partir de 6 semanas. O DIU pode, também ser inserido logo após a curetagem por um abortamento não infectado. A inserção pode ser realizada no mesmo dia da extração de um DIU vencido.




Efeitos Colaterais


· Podem ocorrer alterações no ciclo menstrua
· Sangramento menstrual prolongado e volumoso
· Cólicas de maior intensidade ou dor durante a menstruação



Benefícios e Riscos


Benefícios


· Não interfere nas relações sexuais
· É um método imediatamente reversível
· Pode ser inserido durante a lactação


Riscos


· Perfuração da parede do útero
· O DIU pode deslocar-se ou sair do útero


 

 

Fonte: Daqui

 

Dispositivo Intra-Uterino (DIU)


Imagem retirada do Google

Os dispositivos intra-uterinos são artefatos de polietileno, com ou sem adição de substâncias metálicas ou hormonais, que exercem efeito anticonceptivo quando colocados dentro da cavidade uterina.
Os DIUs podem ser classificados basicamente em categorias:
DIUs não medicados (ou inertes) - não contêm ou liberam substâncias ativas: são unicamente constituídos de polietileno.
DIUs medicados (ou ativos) - além de matriz de polietileno, contêm substâncias (metais (Cu) ou hormônios) que exercem ação bioquímica local, aumentando a eficácia anticonceptiva. Dos DIUs medicados, os mais utilizados são os que contêm cobre ou progesterona.

 

Mecanismo de Ação

De acordo com o Relatório Técnico da Organização Mundial da Saúde (1987), o DIU exerce seu efeito anti-fertilidade de forma variada e pode interferir no processo reprodutivo antes mesmo do óvulo atingir a cavidade uterina.


O DIU atua sobre os óvulos e espermatozóides de várias maneiras:


1 - Estimula reação inflamatória pronunciada no útero, por ser um corpo estranho. A concentração de diversos tipos de leucócitos, prostaglandinas e enzimas nos fluídos uterino e tubários aumentam consideravelmente, especialmente nos DIUs com cobre.


2 - As alterações bioquímicas interferem no transporte dos espermatozóides no aparelho genital, bem como alteram os espermatozóides e óvulos impedindo a fecundação.


Por esses mecanismos, o acúmulo de evidências que permitem afirmar que um complexo e variado conjunto de alterações espermáticas, ovulares, cervicais, endometriais e tubárias causam a inibição da fertilização.

 

Critérios de Elegibilidade desenvolvidos pela Organização Mundial de Saúde (WHO, 1996 - Categoria 4) Ver critérios de elegibilidade

· Neoplasias malignas do colo ou corpo uterino
· Sangramento uterino de causa desconhecida
· Suspeita de Gravidez
· Doença inflamatória pélvica ativa
· Mal formação uterina congênita
· Coagulopatias
· Cervicite Aguda
· Risco de doenças sexualmente transmissíveis
· História de doença inflamatória pélvica desde a última gravidez


Eficácia

Em geral, os DIUs de cobre são mais eficazes e produzem menos efeitos colaterais que os não medicados. As taxas de gravidez oscilam entre 0,5 - 0,7 por 100 mulheres/ano, são mais baixas que as taxas obtidas com anticoncepcionais hormonais combinados orais e comparáveis aos injetáveis.

 

Vantagens

· É um método de longa duração
· É muito eficaz

 

Desvantagens

· Pode provocar sangramento menstrual prolongado
· Podem ocorrer cólicas ou dor durante o sangramento

 

Momento da Inserção

O momento habitual da inserção é durante ou logo após a menstruação (preferencialmente até o 5º dia do ciclo), porque estando o canal cervical mais dilatado a aplicação do DIU é mais fácil e menos dolorosa, além de evitar a colocação em uma mulher com gestação inicial. No entanto, o DIU pode ser inserido em qualquer época, desde que se assegure que ela não está grávida. No pós parto é recomendável a inserção a partir de 6 semanas. O DIU pode, também ser inserido logo após a curetagem por um abortamento não infectado. A inserção pode ser realizada no mesmo dia da extração de um DIU vencido.


Efeitos Colaterais

· Podem ocorrer alterações no ciclo menstrua
· Sangramento menstrual prolongado e volumoso
· Cólicas de maior intensidade ou dor durante a menstruação

 

Benefícios e Riscos

Benefícios

· Não interfere nas relações sexuais
· É um método imediatamente reversível
· Pode ser inserido durante a lactação

Riscos

· Perfuração da parede do útero
· O DIU pode deslocar-se ou sair do útero



Fonte: Daqui






terça-feira, 1 de abril de 2014

Poliomielite.



Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), que pode infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas) e provocar ou não paralisia

A multiplicação desse vírus começa na garganta ou nos intestinos, locais por onde penetra no organismo. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurônios motores e provoca paralisia flácida em um dos membros inferiores. A doença pode ser mortal, se forem infectadas as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição.

A poliomielite foi praticamente erradicada nas áreas desenvolvidas do mundo com a vacinação sistemática das crianças, mas o vírus ainda está ativo em alguns países da África e da Ásia. Para evitar que seja reintroduzido nas regiões que não registram mais casos da doença, as campanhas de imunização devem ser repetidas todos os anos.

Sintomas

O período de incubação varia de 5 a 35 dias, com mais frequência entre 7 e 14 dias.

Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da poliomielite pode ser assintomática. Isso não impede sua transmissão, pois é eliminado pelas fezes e pode contaminar a água e os alimentos.

Quando se manifestam, os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção.

* Síndrome pós-pólio atinge vítimas de paralisia infantil, provocando fraqueza muscular e fadiga intensa na vida adulta

Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, além dos sintomas já citados, instala-se a flacidez muscular que afeta, em
regra, um dos membros inferiores.

Diagnóstico

O diagnóstico fundamenta-se nos sinais clínicos e em exames laboratoriais de fezes para pesquisa do vírus.

Também são importantes o exame do liquor, dos anticorpos da classe IgM e a eletroneuromiografia.

É indispensável estabelecer o diagnóstico diferencial para distinguir a poliomielite de outras doenças que também comprometem os neurônios motores.

Vacina

Existem duas vacinas contra apoliomielite. A VPO-Sabin, ou vacina da gotinha, faz parte do Calendário Básico de Vacinação. Ela deve ser aplicada aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade. Até os cinco anos, as crianças devem receber doses de reforço anualmente.

A vacina Salk, administrada por via intramuscular, é indicada para pessoas expostas, com baixa imunidade, ou que viajarão para regiões onde o vírus ainda está ativo.

Tratamento

Poliomielite é uma doença de notificação compulsória ao sistema de saúde. Como em muitas infecções virais, não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade. Entre
eles destacam-se:

* Repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia;

* Mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão
firme e apoio para os pés e a cabeça;

* Tratamento sintomático da dor, febre e dos problemas urinários e intestinais;

* Atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória;

* Acompanhamento ortopédico e fisioterápico.



Recomendações

* Esteja atento. A falta de saneamento básico e de medidas adequadas de higiene é a principal causa de transmissão do vírus da poliomielite. A má qualidade da água utilizada para consumo e alimentos preparados sem os cuidados de higiene facilitam a proliferação dos diferentes tipos de poliovírus;

* Lave sempre as mãos, especialmente antes de preparar as refeições, de começar a comer e depois de usar o banheiro;

* Procure desenvolver na criança pequena hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos, só beber água tratada e verificar se utensílios de mesa e cozinha estão limpos antes de usá-los.


Fonte:AquiImagens retiradas do Google

Poliomielite.


Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), que pode infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas) e provocar ou não paralisia
A multiplicação desse vírus começa na garganta ou nos intestinos, locais por onde penetra no organismo. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurônios motores e provoca paralisia flácida em um dos membros inferiores. A doença pode ser mortal, se forem infectadas as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição.
A poliomielite foi praticamente erradicada nas áreas desenvolvidas do mundo com a vacinação sistemática das crianças, mas o vírus ainda está ativo em alguns países da África e da Ásia. Para evitar que seja reintroduzido nas regiões que não registram mais casos da doença, as campanhas de imunização devem ser repetidas todos os anos.
Sintomas
O período de incubação varia de 5 a 35 dias, com mais frequência entre 7 e 14 dias.
Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da poliomielite pode ser assintomática. Isso não impede sua transmissão, pois é eliminado pelas fezes e pode contaminar a água e os alimentos.
Quando se manifestam, os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção.
* Síndrome pós-pólio atinge vítimas de paralisia infantil, provocando fraqueza muscular e fadiga intensa na vida adulta
Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, além dos sintomas já citados, instala-se a flacidez muscular que afeta, em
regra, um dos membros inferiores.
Diagnóstico
O diagnóstico fundamenta-se nos sinais clínicos e em exames laboratoriais de fezes para pesquisa do vírus.
Também são importantes o exame do liquor, dos anticorpos da classe IgM e a eletroneuromiografia.
É indispensável estabelecer o diagnóstico diferencial para distinguir a poliomielite de outras doenças que também comprometem os neurônios motores.
Vacina
Existem duas vacinas contra apoliomielite. A VPO-Sabin, ou vacina da gotinha, faz parte do Calendário Básico de Vacinação. Ela deve ser aplicada aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade. Até os cinco anos, as crianças devem receber doses de reforço anualmente.
A vacina Salk, administrada por via intramuscular, é indicada para pessoas expostas, com baixa imunidade, ou que viajarão para regiões onde o vírus ainda está ativo.
Tratamento
Poliomielite é uma doença de notificação compulsória ao sistema de saúde. Como em muitas infecções virais, não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade. Entre
eles destacam-se:
* Repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia;
* Mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão
firme e apoio para os pés e a cabeça;
* Tratamento sintomático da dor, febre e dos problemas urinários e intestinais;
* Atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória;
* Acompanhamento ortopédico e fisioterápico.

Recomendações
* Esteja atento. A falta de saneamento básico e de medidas adequadas de higiene é a principal causa de transmissão do vírus da poliomielite. A má qualidade da água utilizada para consumo e alimentos preparados sem os cuidados de higiene facilitam a proliferação dos diferentes tipos de poliovírus;
* Lave sempre as mãos, especialmente antes de preparar as refeições, de começar a comer e depois de usar o banheiro;
* Procure desenvolver na criança pequena hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos, só beber água tratada e verificar se utensílios de mesa e cozinha estão limpos antes de usá-los.

Fonte:Aqui

Imagens retiradas do Google



segunda-feira, 31 de março de 2014

Festa Infantil Tema: O Mágico de OZ

Qual mamãe nunca pensou em fazer a festa do filho com o tema O Mágico de Oz?

É lindo, né gente!

Super alegre e divertido.

Olhem só essa decoração.

Na mesa do bolo , a cor azul claro predomina. Os toques de vermelho dão vivacidade à decoração





 

Águas personalizadas com o nome da aniversariante estão super em alta


 



 

O Homem de Lata e o Leão Covarde, claro, fazem parte da decoração


 


 

 

O vaso de flores no pé da mesa ajuda a compor a decoração

 

 

 

Frases de O Mágico de Oz enfeitam os brigadeiros

 

 

 

 



 

A Dorothy, personagem principal do O Mágico de Oz, ficou ao centro, logo em frente ao bolo


 



 

Atenção para as cortinas azuis amarradas com laços vermelhos que deram ainda mais charme à decoração


 

 

 

 

Gostaram??

Todas as imagens foram retiradas do Pinterest

Beijos.

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Mineira, 32 anos, casada, mãe de um príncipe. Apaixonada por literatura e compulsiva em comprar livros.

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